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São Roque


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Principal   Nossa Cidade   Caracterização do Território

Área
313 km2

Densidade demográfica
229,3 habitantes por km2

Grau de urbanização
75,97% da população vive na área urbana

Área Geográfica
Limita-se com os municípios: Mairinque, Itu, Araçariguama, Itapevi, Vargem Grande Paulista e Ibiúna;

Clima
Temperado, brando sem estiagem

Temperatura
Mínima 22º, média 30º, Alta 33º

Outras informações
Para ter acesso a todas as informações sobre a caracterização do território do município de São Roque Clique Aqui.

Características da Vegetação Original e Atual

A vegetação nativa original era predominantemente de Mata Atlântica, floresta do tipo latifoliada tropical densa e exuberante, constituída por árvores altas e copas desenvolvidas e por arbustos com bastantes galhos e folhas. Em encostas úmidas, com o desenvolvimento de cipós, samambaias, parasitas, arbustos e árvores de troncos finos e altos. Entre suas espécies arbóreas destacava-se o jacarandá.

Atingia o município de São Roque a floresta tropical de planalto, menos úmida e contendo espécies vegetais de utilização comercial, como peroba, cedro, pau d’alho, amoreira, figueira branca, jatobá, canela e o ipê.

Por entre essas matas, principalmente nos planaltos existiam campos sujos ou cerrados.

A devastação foi intensa no período colonial. Praticamente não existem mais no município áreas de matas nativas primárias. Ocorrem as secundárias, onde grande parte da madeira mais nobre já foi extraída, predominando hoje a capoeira.

Na região leste de São Roque, limitada pelo distrito de Araçariguama e atravessada pela rodovia Castello Branco, que inclui São João Novo, Mailasqui, Alto da Serra e as imediações da Raposo Tavares e alcança o Caeté e parte do bairro do Carmo, somente no Alto da Serra ainda existe uma vegetação mais rica, devido ao clima mais úmido da região e de suas encostas. Parte da vegetação foi substituída por reflorestamentos de eucalipto ou de pinus ou ainda por pastagens, chácaras e sítios de recreio e algumas culturas.

A região central de São Roque perdeu parte de suas áreas verdes para a urbanização. Pequenas áreas, como a Mata da Câmara, guardam uma amostra da antiga floresta tropical de planalto que aqui predominou no passado. A região do Cambará próxima ao morro do esqui ainda possuí remanescentes de mata original, em meio ao cerrado onde predominam o cambará e o alecrim do mato.

A região sul de São Roque, onde se situam as terras mais férteis do município, alcançando desde Gabriel Piza, Sorocamirim, Cangüera e Pavão até o Carmo, foi bastante cultivada, com videiras, frutíferas e culturas anuais de subsistência. Hoje, predomina o reflorestamento com eucaliptos e pinus, sendo que algumas encostas e grotas margeando cursos de água preservam matas secundárias.

A região oeste, na divisa com o município de Mairinque, desde o Marmeleiro, Guaçu, Monjolinho, Ribeirão Saboó e Mombaça, até o distrito de Araçarigüama, era recoberta pela chamada floresta tropical de planalto, apresentando também inúmeras áreas de campos cerrados sujos com uma vegetação rasteira, espinhosa, aromática, entremeada de algumas leguminosas arbustivas, cambarás, arueras, frutíferas silvestres e outras. Pela incidência de ventos em áreas de solos rasos e pedregosos, associada ao sistema de manejo da agricultura com queimadas consecutivas, muitos desses campos apresentam hoje apenas gramíneas. Na região do Saboó, por exemplo, ocorrem grotas e encostas com matas secundárias, entremeadas com campos limpos.

Na região centro norte a vegetação que predominou no passado também foi a floresta tropical de planalto e hoje algumas áreas ainda preservam uma amostra dessa antiga vegetação. Nas partes mais baixas junto a cursos de água e nas encostas das inúmeras elevações, além do cedro e da peroba são encontrados angicos e vegetações baixas em geral.

Na região norte, acima da Castello Branco até a divisa do município no Tietê, encontram-se áreas montanhosas bastante semelhantes às da região oeste. São áreas que, juntamente com trechos da região central, passaram a ser mais exploradas com pecuária e onde predominam pastagens. Com o uso urbano e com o parcelamento do solo, as áreas remanescentes da floresta tropical de planalto vêm diminuindo. Os desmatamentos contribuíram para aumentar o assoreamento do leito do rio Tietê.

Os morros da região norte também são recobertos de vegetação baixa, com remanescentes de matas apenas nas grotas e certas encostas.

São características da região de São Roque, devido ao tipo de solo que aí ocorre, plantas amargosas e medicamentosas utilizadas para a fabricação de remédios para o aparelho digestivo e respiratório como é o caso da carqueja, jurubeba e mentrus. Ainda existem nas matas algumas espécies da fauna silvestre como veados, pacas, castores, macaquinhos, tatus e preás. É também notável a presença de abelhas atraídas pela vegetação: angicos, assapeixes, alecrim do campo, cambarás e inúmeros arbustos e trepadeiras apícolas que produzem pólem e néctar.

São Roque e a Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo

As Reservas da Biosfera são instituídas pela UNESCO, Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura. Abrangem áreas consideradas de relevante interesse ambiental por abrigarem ecossistemas de grande importância, constituindo uma herança comum da humanidade.

A Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo foi instituída em 1994. Distingue-se das demais Reservas da Biosfera pelo fato de visar, mais do que a proteção e sobrevivência de um determinado ecossistema, a preservação de um significativo patrimônio vegetal ainda presente no entorno da cidade de São Paulo, uma das maiores concentrações urbanas do planeta.

Integram a Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo, uma série de municípios situados no entorno imediato da mancha urbana central da Região Metropolitana da Grande São Paulo, nos quais a presença de cobertura vegetal é ainda significativa. O município de São Roque, que apresenta a maior parte de sua superfície ainda recoberta por vegetação de diversas categorias, contendo quantidade significativa de remanescentes de vegetação do domínio da Mata Atlântica, integra o perímetro da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde.

O grupo gestor da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo pertence ao Instituto Florestal de São Paulo. Em São Roque desenvolve-se um programa de cooperação pioneiro no âmbito da Reserva. Financiado por recursos da UNESCO repassados a uma ONG local, e sediado nas instalações da Estação Experimental do IAC em São Roque, este programa de educação ambiental de crianças e adolescentes do município, visa proporcionar consciência das questões ambientais, vivência do ambiente e seus problemas, e preparo de jovens para a inserção no mercado de trabalho do ecoturismo.

 

 

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